Ao olhar para alguns estudantes que fazem faculdade nos dias de hoje, principalmente, os que se declaram cristãos, percebemos o quanto estão fascinados com os ensinos seculares, abandonando as atividades eclesiásticas.
Para alguns, não existe mais prazer em ler teologia, em discutir sobre doutrinas fundamentais, afinal, “isso é coisa do passado”. “O que eu quero hoje é fazer a minha parte, aquilo que entendo por certo e por errado”, afinal o pastor, não abriu a mente para pensar de forma certa – é um alienado – essa é a realidade de muitos dentro das igrejas atuais.
Como foi feliz esse homem (Pinnock) em escrever esse maravilhoso texto: O extremo mundanismo da moderna teologia é DESALENTADOR. É isso que vemos hoje nas igrejas (em quase todas). Dentro de seus perímetros autoimpostos, o cenário da vida humana afasta-se de seu contexto, dentro dos propósitos de Deus, para um ambiente de ausência de sentido, para nada mais definitivo do que os sistemas sempre mutáveis e relativos da própria iniciativa humana. Os homens modernos (isso inclui as mulheres, “grifo meu”) agora querem ver-se como criadores de seu próprio destino, para viverem a vida sem nenhum sustentáculo divino ou dirigida por quaisquer regras sagradas, mas instaladas no reino da matéria cega que segue o seu curso descuidado.
O que é real para essas pessoas são as causas profanas, contingentes e cegas que as produziram, e os ARTEFATOS e INSTRUÇÕES SOCIAIS que criaram para si mesmas. A vida começa com o nascimento e termina com a morte – não há literalmente nenhum outro sentido senão o sentido que eles criam para si.
Como é triste ver isso evadindo a maioria das igrejas visíveis, principalmente na vida dos jovens que não tiveram o privilégio de ter um pastor preparado teologicamente e secularmente (se é que seja essa a palavra certa) para lhe ajudar a lidar com o pensamento ESQUERDISTA, ILUMINISTA, MARXISTA, ETC... que vai encontrar lá fora.
Que o Senhor nos ajude a crescer na GRAÇA, mas também no conhecimento. Só assim iremos falar do DEUS DESCONHECIDO para os que nos cercam.


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