Os administradores de empresas e os grandes mestres criativos ensinam diversas técnicas para alguém finalizar suas apresentações e lançamentos de produtos e espetáculos, de forma memorável, em uma data especial, escolhida com muito cuidado. Há quem diga que é importante terminar com uma frase de impacto, conte uma pequena história que seja inspiradora, faça uma síntese. Nos lançamentos de produtos e marcas, o produto final fica no lugar de destaque e a celebridade do momento abre as cortinas e mostra em grande estilo ao público ansioso, para o deleite orgulhoso do seu idealizador, a nova criação.
Diante dessa realidade do show business, gostaríamos de falar acerca de um lançamento diferenciado e de um dia santificado: Gênesis 2.1-3, nos mostra o sétimo dia da criação, quando o Deus Triúno santifica e descansa da sua obra. Deus não tem necessidade alguma de fazer um lançamento especial, não convoca os seres celestiais para observar a sua capacidade criadora, ele santifica e descansa, numa espécie de contemplação da sua obra criada, somente para a sua própria glória e fruto do seu imensurável amor. Vamos à leitura do texto!
Leiamos o texto: Gênesis 2.1-3 (esperar o povo abrir a bíblia)
Assim os céus, a terra e todo o seu exército foram acabados. E havendo Deus acabado no dia sétimo a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que Deus criara e fizera. (oração)
O texto de Gênesis é um dos textos que trata acerca de um dos mandatos criacionais de Deus, a saber o mandato espiritual, que abrange a comunhão e a obediência a Deus. Um aspecto interessante sobre esse texto é que ele evoca um conceito ainda inicial de um dia de descanso.
A narrativa da criação em Gênesis nos mostra todas as coisas criadas por Deus. Nesse grupo de versículos, observamos que não somente foram projetados, mas, acabados. Dá-nos a ideia de que algo foi terminado completamente, com louvor. Não somente foi idealizado, aliás, Deus não idealiza, ele gera a partir da sua vontade criadora, sem que haja nenhuma fonte externa que possa fornecer a matéria prima para isso. Também nos mostra o amor do nosso Deus pela criação, quando ele santifica e abençoa o sétimo dia. Ao longo dessa exposição iremos discorrer sobre a importância de Deus separar, escolher, determinar, um dia para si.
DEUS DETERMINA UM DIA PARA SI.
1. PARA DESCANSAR DEPOIS DE CONCLUÍDA A SUA OBRA
“Assim os céus, a terra e todo o seu exército foram acabados. E havendo Deus acabado no dia sétimo a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito”.
Quando falamos acerca de descanso, a primeira imagem que nos ocorre é a de alguém que está cansado, fatigado e procura um alento para o seu estado físico ou mesmo mental, contudo, a palavra shabbath significa apenas "cessar". Deus não "descansou" porque estava cansado, já que Deus não se cansa (SI 121:4 “Eis que não tosquenejará nem dormirá o guarda de Israel”). Antes, ele cessou sua obra criativa, a tarefa estava terminada. Ele abençoou as criaturas (Gn 1:22 “E Deus os abençoou, dizendo: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei as águas nos mares; e as aves se multipliquem na terra”.) e o homem (1:28 “E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra”). Agora, ele abençoa o sétimo dia ao separá-lo como um dia especial. O propósito desse descanso não foi recuperar as energias gastas no processo criativo, até porque Deus não é um ser humano sujeito ao cansaço e as limitações físicas.
De acordo com Berkhof, “o descanso de Deus no sétimo dia, contém antes de tudo um elemento negativo. Deus cessou a sua obra criadora. Mas a isso deve ser acrescentado um elemento positivo, a saber, que ele teve prazer em sua obra completa” .
A divindade se satisfez no produto da própria excelência, um repouso de um artista magnânimo e excelso que contempla com grande admiração e contentamento a sua obra prima. É um regozijo divino diante da sua criação, considerando nela o reflexo da sua perfeição gloriosa, diante disso ele derrama sobre essa criação bênçãos copiosas.
No que se refere a enxergar esse evento como uma ordem para a guarda do sábado, encontramos teólogos que argumentam que esse texto trabalha uma ordem para guardar o sábado, e atestam isso baseados em textos como êxodo 20. 9-11 e outros que afirmam que, uma vez que Adão foi criado no sexto dia, na verdade o sétimo dia era o primeiro dia para ele e também, há os que afirmam que o sábado não é mencionado de novo no Antigo Testamento até Êxodo 20:8-11” “Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou”, quando Deus dá o sábado a Israel como seu sinal especial da aliança (Êx 31:12-17).
Nas Escrituras, não há evidência de que Deus tenha dito aos gentios que observassem o sábado; na verdade, Salmos 147:19-20 - (Mostra a sua palavra a Jacó, os seus estatutos e os seus juízos a Israel. Não fez assim a nenhuma outra nação; e quanto aos seus juízos, não os conhecem. Louvai ao Senhor). Deixa claro que Deus deu apenas a Israel a Lei Mosaica do Antigo Testamento. Contudo, sabemos que tanto o descanso do sétimo dia, como o dia do Senhor instaurado no Novo Testamento tem grande importância doutrinária, visto que parte do princípio de obediência e comunhão com o nosso Deus.
Os puritanos, contudo, corrigiram algumas incoerências interpretativas relativas ao quarto mandamento, que houveram ao longo da história de igreja quanto ao sábado (descanso). Eles insistiam, de forma virtualmente unânime que, embora os reformadores estivessem certos ao enxergarem apenas um sentido típico e temporário em algumas das prescrições detalhadas no sábado judaico, contudo, eles também percebiam o princípio de um dia de descanso, para efeito de adoração pública e privada a Deus, no fim de cada seis dias de trabalho, como uma lei da criação, estabelecida em benefício do homem, e, portanto, obrigatória para o homem, enquanto ele viver neste mundo.
Os puritanos argumentavam que o descanso do sétimo dia, era mais que um mandamento judaico; antes, era um memorial da criação, parte da lei moral e, como tal, era perpetuamente obrigatória para todos os homens. Assim, quando o Novo Testamento diz-nos que os cristãos se reuniam para adorar no primeiro dia da semana (ver Atos 20:7; cf. I Co.16:1), guardando aquele dia como “o dia do Senhor” (Ap.1:10). Os puritanos notavam que essa mudança, do sétimo dia da semana (o dia que assinalara o fim da antiga criação) para o primeiro (o dia da ressurreição de Cristo, que assinala o início da nova criação), não excluía pelas palavras do quarto mandamento, meramente determina que “devemos descansar e guardar, como descanso, cada sétimo dia... mas... de modo algum determina onde deve começar a sequência de dias... Não há no quarto mandamento, qualquer orientação sobre como computar o tempo...” Até porque a noção de nomenclatura dos dias da semana não era a mesma que usamos do calendário Gregoriano .
Os Puritanos criaram o domingo cristão inglês — ou seja, o conceito e a observância do primeiro dia da semana como dia de trégua tanto nos negócios como nas recreações organizadas, para que o tempo todo fosse deixado livre para a adoração, o companheirismo e as "boas obras". Nos fins do século XVI, era costume dos ingleses, depois de terminado o culto na igreja, passar o resto do domingo "frequentando peças teatrais obscenas... jogos, bebidas alcoólicas, festas e comemorações; ou então fumando cachimbo, dançando, jogando dados, jogando baralho, boliche, tênis, açulando cães contra ursos acorrentados, brigas de galo, falcoaria, caçadas, e coisas semelhantes; ou então frequentando feiras e mercados...". Os crentes sérios (os "Puritanos", no sentido popular) ficaram cada vez mais preocupados com isso.
Como a igreja na Inglaterra era estatal as leis do país implicavam a conduta da igreja, então foram grandes lutas para que o dia do Senhor fosse conforme o ensino dos puritanos, eles encontraram resistência e somente em 1677, quando os Puritanos já tinham perdido a autoridade, um Parlamento violentamente anti-puritano assinou o Ato de Observância do Domingo, o qual reiterava e confirmava a legislação republicana (1649) sobre a questão. Esse ato prescrevia que ninguém deveria passar o domingo negociando, viajando, "trabalhando secularmente, em negócios ou ocupando-se em suas profissões", mas "exercitando-se... nos deveres da piedade e da verdadeira religião, pública e particular".
Deus determina um dia para si:
2. PARA INSTAURAR A SUA SOBERANIA NO DECURSO DO TEMPO
“descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito”. 2.b
Na questão de número sete do Catecismo Maior de Westminster, temos a seguinte pergunta: Quem é Deus? A resposta é a seguinte: Deus é espírito, em si e por si infinito em seu ser, glória, bem-aventurança e perfeição; todo-suficiente, eterno, imutável, insondável, onipresente, infinito em poder, sabedoria, santidade, justiça, misericórdia e clemência, longânimo e cheio de bondade e verdade. Para embasar essas verdades existem mais de 15 referências bíblicas; portanto não temos nenhuma dúvida em afirmar que Deus é soberano.
O próprio Deus determina o descanso no sétimo dia, ele não precisa buscar o exemplo em nenhum código criado por outro ser, Ele mesmo soberanamente o faz. No comentário de Calvino acerca do quarto mandamento ele diz o seguinte:
“E para que fosse dada maior importância religiosa a essa prática, o Senhor confirmou essa ordem com o seu exemplo. Pois não é coisa que venha causar pequena emoção ao homem, ser ensinado a seguir o seu Criador” .
É importante salientar que a importância cerimonial do sábado era prerrogativa do povo de Deus, não da forma pesada como os fariseus praticavam, sem atentar para o verdadeiro sentido de obediência e comunhão. Ainda no que se refere à soberania de Deus, lembramos de Romanos 11:36 - porque “dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas”. A soberania de Deus tem sido pouco reconhecida hoje em dia, mesmo entre o povo de Deus! Arthur Pink no seu livro Deus é Soberano afirma que:
“Muitos supõem que Deus é pouco mais que um espectador distante, que não interfere de maneira direta nos assuntos da terra. É verdade que o homem tem vontade, mas Deus também tem vontade. É verdade que o homem é dotado de poder, mas Deus é o onipotente. É verdade que, falando de modo geral, o mundo material é regulamentado por leis, mas, por detrás dessas leis, há o Legislador e Administrador, que as estabelece”.
O homem é uma criatura e Deus é o Criador, e, intermináveis eras antes de ver o homem à luz pela primeira vez, já existia o “Deus altíssimo” (Isaías 9:6); e antes da fundação do mundo foram feitos os seus planos; e, sendo o Senhor infinito em poder, ao passo que o homem é apenas finito, seu propósito, seu plano, não pode ser resistido ou impedido pelas criaturas de suas próprias mãos. Por isso devemos olhar para Deus sempre como alguém que reconhece essa soberania.
Confissão de Fé de Westminster (XXI: VII-VIII):
VII. Como é lei da natureza que, em geral, uma devida proporção do tempo seja destinada ao culto de Deus, assim também em sua palavra, por um preceito positivo, moral e perpétuo, preceito que obriga a todos os homens em todos os séculos, Deus designou particularmente um dia em sete para ser um sábado (descanso) santificado por Ele; desde o princípio do mundo, até a ressurreição de Cristo, esse dia foi o último da semana; e desde a ressurreição de Cristo foi mudado para o primeiro dia da semana, dia que na Escritura é chamado Domingo, ou dia do Senhor, e que há de continuar até ao fim do mundo como o sábado cristão.
VIII. Este sábado é santificado ao Senhor quando os homens, tendo devidamente preparado os seus corações e de antemão ordenado os seus negócios ordinários, não só guardam, durante todo o dia, um santo descanso das suas próprias obras, palavras e pensamentos a respeito dos seus empregos seculares e das suas recreações, mas também ocupam todo o tempo em exercícios públicos e particulares de culto e nos deveres de necessidade e misericórdia.
Observar esse dia especial também ensinava ao seu povo a necessidade de se conformar ao seu Criador, visto que esse é um dos preceitos ao qual Deus sempre exigiu a mais rigorosa obediência, em várias passagens do texto Sagrado, principalmente quando Deus fala aos profetas sobre a profanação da religião, ele se refere ao sábado, mostrando que tem sido violado, profanado, não tido observado e nem santificado. Mostrando que violando esse dia, nada mais houvesse, pelo qual seu povo pudesse honrá-lo, pois esse dia era o sinal entre Deus e o seu povo, mostrando que eles estavam cientes de que o Senhor é quem os santifica, de fato conscientes de que o Senhor Deus é soberano.
Deus determina um dia para si:
3. PARA ABENÇOAR DE MANEIRA SINGULAR O SEU POVO
“E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou;”
O registro da revelação apresenta-se com três mandatos específicos: Cultural, Social e Espiritual, e são os condutores da aliança de Deus com seu povo. Estes fios condutores da aliança configura a vida humana em sua totalidade. Dentro desta concepção está a ideia da tríplice estruturada bíblica de uma cosmovisão que envolve: a criação, a queda e a redenção.
Mandato Cultural - “acentua especificamente a relação da humanidade com o cosmos”
Fundamenta-se em Gênesis 1.28: “E Deus os abençoou e lhe disse: sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela terra.”
O Mandato Social - Este mandato pactual “fala das relações sociais”. Este mandato está fundamentado em Gênesis 2.21 24, onde fala acerca da criação da mulher, e o estabelecimento de uma família, numa união heterossexual com vistas à reprodução da espécie humana.
O Mandato Espiritual - Envolvia comunhão e obediência a Deus. Esta comunhão estava marcada pelo dia de adoração ao soberano de todas as coisas. Conforme vemos em Gênesis 2.1-4, que temos trabalhado nessa mensagem até ao 3º. Gn 2.4“Estas são as origens dos céus e da terra, quando foram criados; no dia em que o Senhor Deus fez a terra e os céus”
Esses mandatos criacionais mostram por si só o tamanho do amor de Deus por seu povo, Deus abençoa-os com capacidades especiais, domínio sobre os animais, dota-os da responsabilidade de gerenciar as coisas criadas, possuir uma família, gerar filhos e ainda ter comunhão com aquele que fez todas essas coisas.
Nenhum ser criado foi mais abençoado do que o homem – que representa o povo de Deus, visto que, somente o ser humano é portador da imagem de Deus, e pode sentir e pensar, consegue adorar a Deus e ter comunhão com ele, contudo, o homem é sujeito a cair, e de fato caiu, mas, através de Cristo Jesus, todos aqueles que de antemão foram escolhidos, foram salvos por Ele. Os animais por mais excelentes que possam ser, precisam de domadores, só conseguem demonstrar a capacidades que foram treinadas, somente reproduzem o que conseguem imitar, mas ao homem Deus abençoou com características peculiares, especiais. Grudem vai dizer acerca da criação: “A criação não era um ato necessário, mas foi algo que Deus escolheu fazer .”Tu, Senhor [...], criaste todas as coisas, e por tua vontade elas existem e foram criadas” (Ap 4.11). Deus quis criar o universo para demonstrar sua excelência. A criação mostra sua grande sabedoria e poder, bem como, de modo supremo, todos os seus outros atributos. Parece então que Deus criou o universo para se deleitar na criação, pois, como a criação mostra os vários aspectos do caráter de Deus, ele tem prazer nela”. Aqui lembramos o fim supremo e principal do homem presente na primeira pergunta do Catecismo Maior de Westminster. “O fim supremo e principal do homem é glorificar a Deus e gozá-lo para sempre”. Somente quando entendemos assim é que conseguimos mensurar o tamanho do amor e a imensidão de graça com que o Senhor Deus nos abençoou e abençoou o seu povo desde o princípio.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Nós aprendemos com esse texto que Deus determina um dia para si:
1. Para descansar depois de concluída a sua obra
2. Para instaurar a sua soberania no decurso do tempo
3. Para abençoar de maneira singular o seu povo
Diante disso, é muito importante reconhecer a grandeza de Deus, em obediência, seguindo seus preceitos, reservando um dia para da semana para adorá-lo na congregação, cultuá-lo na companhia dos seus servos, não um dia ritualístico, como alguns cristãos que vivem tentando praticar a antiga lei compreendem, porque um dia apenas não é suficiente para adorar a Deus, mas todos os dias da nossa vida, sem uma observância supersticiosa de um dia, mas o dia do Senhor, o descanso santo, deve ser prioridade para o cristão. Não é dia de se cansar em atividades seculares.
Deus é soberano e digno de toda a exaltação, não podemos viver anestesiados dessa verdade, a nossa vida terá muito mais sentido quando atentamos para a realidade desse Deus grandioso que fez todas as coisas para a sua própria glória, não tinha nenhuma necessidade, mas escolheu criar, e nesse ato de soberana bondade nos criou para sermos seus a sua imagem conforme a sua semelhança.
Precisamos ser mais gratos a Deus, ele sempre está nos abençoando, não somente quando nos criou, mas continuamente nos abençoa e nos sustenta, livrando-nos e trabalhando na nossa vida até a volta de Cristo quando reinaremos com Ele na eternidade.
Toda a criação ainda está sofrendo por causa do pecado da queda, mas um dia será restaurada e não mais haverá o pecado e nem as marcas da destruição que o pecado causou na natureza e na humanidade. Deus restaurará de uma vez por todas a obra da Criação, já iniciou esse processo, o já e o ainda não, mas na sua volta gloriosa, tudo será restaurado e a mancha do pecado nunca mais afetará a criação de Deus.
REFERÊNCIAS
BIBÍA. Disponível em:
CALVINO, João. O Quarto Mandamento. Disponível em <
GRUDEN, Wayne. A Criação. Disponível em << http://www.monergismo.com/textos/criacao/criacao_wayne_grudem.htm>> Acessado em 20 de outubro de 2018.
O BREVE CATECISMO DE WESTMINSTER. Cultura Cristã. 2001. 96 p. Disponível em: <
PINK, Arthur W. A Soberania de Deus. Disponível em << http://www.monergismo.com/textos/soberania_divina/deus_soberano_pink.htm>>. Acessado em 21 de outubro de 2018.


0 Comentários